quarta-feira, 20 de janeiro de 2016






isibilidade


Se o horizonte é o limite (da tua visibilidade)
Prolonga-te para além das formais visíveis

1 comentário:

  1. “Se o horizonte é o limite” e o horizonte é algo (sempre) longínquo, inatingível, além de nós próprios, então a “visibilidade” que o “horizonte” nos dá é uma visibilidade que não tem limite.
    Porém, o que nos é possível ver (através dos sentidos) tem limite… logo, para que o primeiro verso aconteça é necessário que esse estado ilimitado, que se encontra “para além das formas visíveis”, seja atingido através do nosso prolongamento pelo espaço.
    Prolongamo-nos para além do óbvio, do que se encontra próximo, de nós mesmos, quando consideramos o horizonte como o nosso limite. Aí, a invisibilidade torna-se visibilidade, à medida que nos prolongamos, apesar de nunca nos podermos prolongar até o horizonte das nossas aspirações.
    A Visibilidade aqui, é, portanto, a Invisibilidade que tornaremos visível ao nos distendermos pelo espaço, considerando o horizonte como fito.

    C.M.

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